Tentativa de subir a pedra da Bacia partindo da cachoeira da Usina

Já tinha acessado a Pedra da Bacia por dois outros caminhos, a partir das proximidades da pousada Recanto da Floresta (rota mais curta) e subindo desde o bairro do Formoso. As duas opções convergem na crista à oeste do pico. Agora tentaria uma terceira rota, a partir das proximidades da cidade de São José do Barreiro, mas especificamente da cachoeira da Usina.

Saindo da praça central. Sigo pela rua à direita até o final e viro à direita novamente. Há placas indicando cachoeira da Usina. Dali é só seguir em frente. O calçamento acaba junto ao Balneário da Água Santa. A estrada segue agora em terra. Na bifurcação à frente, entro a esquerda, cruzo o riacho e logo em seguida, tomo à direita. A esquerda parece ser a entrada de uma fazenda. A estradinha começa a subir.

Enfim chego a uma capela à esquerda da estrada e resolvo parar o carro ali mesmo. Sigo caminhado. Cruzo uma porteira e em pouco, temos o acesso à cachoeira, à direita. Prossigo pela esquerda e a subida aperta. Vou aos zigue-zagues subindo a encosta.

O caminho torna-se mais rústico. Ora com largura de estrada erodida, ora como sulco de trilha, pelo menos uma vez até o sulco pelo pasto se apaga. Cruzo duas porteira de madeira.

Só tenho alguma dúvida quando encontro uma bifurcação bem mais acima. À esquerda o caminho sobe bem mais largo, mas opto pela direita, que desce um pouco, cruza os restos de um pontilhão de madeira e se reduz a uma trilha, voltando a subir. Após um trecho enlameado, um riacho surge à esquerda, melhor ponto de água até ali.

Cruzo então uma porteira de arame, desvio de um curral e assustando a boiada que pastava por ali. Deixo à esquerda, uma pequena construção, do tamanho de um armário, cujo uso não consegui atinar. A trilha vai bordejando o pasto, sempre subindo. Chego a um ponto onde a trilha à frente parece se apagar. Volto então pegando a trilha para trás que entroncara pouco antes na trilha por onde viera. Ela passa a subir de leve, em direção ao topo da crista que vinha acompanhando.

Logo alcanço a crista e entronco em batida trilha por esta. Vou subindo encostado na mata que aparece na encosta à minha esquerda. O pasto facilmente transitável acaba dando vez as samambaias, trecho que, porém, estava bem limpo.

Enfim, já avistando o topo e tendo subido desde a capela uns 800 metros, perco a trilha num emaranhado de bambus. Até consigo passar um primeiro trecho, para reencontrar um curto trecho de trilha e novamente ver o caminho sumir entre nova touceira de bambus.

Já tendo começado a caminhada tarde era óbvio que não chegaria ao topo, menos ainda com a trilha tão fechada por bambus. Até ali tinha andado cerca de 2:30 hs. Alguém com mais tempo, um facão e disposição talvez queira prosseguir até o topo, mas estejam dispostos a enfrentar um bom trecho de bambus, salvo tenha me equivocado quanto ao caminho, coisa que não acredito, visto estar sobre uma crista que seguia diretamente rumo ao cume, que acredito não podia estar mais que 400 ou 500 metros acima de mim.

Dando por encerrada retornei pelo mesmo caminho e parei algum tempo na cachoeira da Usina, cuja queda superior dispõem de um aprazível poço para banho.

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