Arquivo mensal: julho 2014

Trilha dos Carvoeiros

Relato :Trilha dos Carvoeiros

A mais antiga travessia da serra da Mantiqueira, acesso dos bandeirantes às riquezas de Minas Gerais, passava pela garganta do Embaú, mas há outras trilhas que paralelamente a essa, utilizada posteriormente pela ferrovia e pela rodovia, há outras. A chamada trilha dos Carvoeiros, corre paralela a histórica trilha, um pouco mais a leste. Começa no bairro da Capela do Jacu e desemboca na estradinha de acesso a Toca do Lobo, alguns quilômetros abaixo da fazenda Toca do Lobo.
O bairro da Capela do Jacu, pertencente ao município de Lavrinhas, pode ser acessado por ônibus horário que parte da rodoviária de Cruzeiro. De carro, deve-se seguir pela estrada Cruzeiro-Lavrinhas, pegando a estrada para o bairro de Pinheiros. De Pinheiros siga em direção a Capela do Jacu.
Fomos de carro. Passando o centro do bairro, seguimos em frente pela estrada recentemente calçada. Quando o calçamento acabou, seguimos mais uns 600 metros até chegar a uma bifurcação. À direita o córrego do Jacu. Paramos o carro junto à bifurcação e iniciamos a caminhada.
Seguindo em frente então. A estradinha começa a subir e passamos por mais algumas casas. Quando chegamos a uma casa branca e azul, à direita, a estrada quebra para a esquerda e passamos uma porteira. Logo após a porteira, uma bifurcação. Seguimos pela direita. A estrada vira então uma trilha pelo pasto.
Vamos subindo e mais acima uma enorme voçoroca interrompe o caminho. Uma trilha contorna a erosão pela esquerda, uma pouco acima da encosta. Após a voçoroca retornamos a trilha original e seguimos subindo.
Passamos então por uma casa abandonada à esquerda. Seguimos subindo aos zigue-zagues e mais acima passamos ao lado de um curral, ao fundos do qual, há um curralzinho coberto.
Continuamos a subir e logo entramos na mata. A condensação molhara a vegetação e como a trilha é bastante estreita, o roçar constante com ela logo encharcou-nos as roupas. A trilha prossegue aos zigue-zagues pela mata, as vezes mais larga, as vezes mais estreita, sem qualquer brecha que permitisse alguma visão da baixada, apesar de que naquele dia, a neblina no alto da serra não permitiria nenhuma visão mesmo. Um coisa curiosa é o grande número de limoeiros ao longo da trilha, de forma que volta e meia tropeçávamos com algum limão rosa caído no caminho.
A trilha contorna uma grande rocha à esquerda e atravessa um riacho. Continuando a subir e algumas vezes a trilha se divide em duas ou mais variantes, mas elas sempre se reencontram adiante.
Enfim após cerca de 3 horas e pouco de caminhada, chegamos ao alto, onde numa clareira há um placa sinalizando a divisa SP/MG.
Da clareira parecem sair duas trilhas, mas a da esquerda, menos marcada, se perde numa encosta de samambaias logo adiante. Seguimos pela direita, subindo muito pouco. Nova bifurcação, a esquerda desce mais forte, mas os dois ramos reencontram-se a frente. Vamos descendo e a trilha acaba saindo da mata, descendo por uma encosta de pasto. Abaixo, à esquerda, escutamos um riacho. A trilha parece se apagar, mais caindo um pouco para a esquerda, encontramos novo trilho e descemos direto por ele até desembocar numa trilha bem mais marcada. Ali tocamos para a direita.
Seguimos descendo, numa falsa bifurcação, o ramo direito se apaga, retomamos seguindo pelo esquerdo. Chegando a um curral, à esquerda. Novamente a trilha se bifurca em duas, separadas por uma cerca. À esquerda, menos marcada, é a certa. Logo chegamos a um riacho, que saltamos pelas pedras. Seguindo tomamos sempre a esquerda nas bifurcações seguintes, até que enfim, subitamente, desembocamos na estrada de acesso a Toca do Lobo, cerca de 4 km abaixo do Fazenda Toca do Lobo, próximo a um pequeno paiol do lado direito da estrada. Passando uma tronqueira e seguimos descendo a estrada.
São quase 6 km de descida até o asfalto. Atravessamos a rodovia e passamos ao lado do armazém da CONAB. Chegando ao final da rua, quebramos a direita e seguimos por mais 3 km até o centro de Passa Quatro, acompanhando a linha férrea.
Poderíamos tomar um ônibus para Cruzeiro e de lá outro para Capela do Jacu, retomando o carro no mesmo dia, pelo adiantado da hora, preferimos dormir em Passa Quatro deixando para voltar ao carro no dia seguinte.

Circuito Colina – Campo Redondo

        O município mineiro de Itamonte além de conter partes expressivas de dois parques: o de Itatiaia e o da Serra do Papagaio, possui dentro dos seus limites ainda outras áreas serranas interessantes. Nos limites dos citados parques e separando os bairros rurais de Colina, Jequeri, Campo Redondo, Fragária e Vargem Grande, o conjunto das serras da Colina, dos Costas e da Cachoeira tem suas cristas percorridas por trilhas tradicionais que possibilitam um interessante circuito com lindos panoramas se desdobrando sobre todos os quadrantes da Mantiqueira.

       O Circuito pode ser percorrido nos dois sentidos e partindo de qualquer dos bairros acima citados, mas optamos por partir da Colina, que é o bairro mais próximo à Itamonte e fazê-lo no sentido horário.

         O bairro Colina fica a 12 km da Itamonte, seu acesso faz-se saindo de Itamonte na direção da Garganta do Registro e 3 km após, no bairro do Picuzinho, tomando a saída à esquerda. Logo o calçamento do bairro acaba e começamos a subir por estrada de terra. Após uma descida, atravessamos o bairro Ilha Grande e voltamos a subir. Chegando a Colina, estacionamos o carro junto ao campo de futebol.

         A caminhada começa às 8:00, tomando a estrada à esquerda, junto a lateral o campo. Ignorando a saída à direita logo à frente, descemos um pouco e cruzamos um riacho por uma pinguela. A partir daí a estrada passa a subir sem tréguas. Cerca de 800 metros acima, uma porteira trancada impede a passagem de veículos, mas uma porteirinha ao lado está aberta. Prosseguimos a subida. Uma segunda e última porteira, sinalizada com a placa “Flor das Águas” é ultrapassada por um quebra-corpo a sua direita. O caminho se bifurca logo após e seguimos subindo íngreme subida à direita.

         Chegando ao topo a estrada acaba em um largo gramado. Um barracão à esquerda atrás de um cerca marca o inicio da trilha. Tomamos a trilha e logo passamos acima de uma casa mais abaixo na encosta. A trilha quebra para a direita, deixando um gerador à esquerda, continuamos a subir direto em trecho onde a trilha se apaga, mas logo acima entramos à esquerda e a trilha novamente aparece bem marcada.

         A subida começa leve. A trilha esbarra numa cerca e vira a direita, passando a subir mais forte. Atravessamos a cerca por uma tronqueira e continuamos a subir. Enfim a trilha vira à esquerda e se afasta da cerca.

         Uma primeira saída à esquerda mais fechada é ignorada. Nova saída aparece, bem marcada, é a descida para o bairro Jequeri, mas seguimos para a direita, subindo. A próxima saída à esquerda também é ignorada, pois dá acesso apenas a um riacho próximo.

           A vista vai se desdobrando e avistamos a Colina lá embaixo. As 10:30 alcançamos quase o cume do pico da Boa Vista. A trilha mais marcada bordeja o cume. Abandonamos então a trilha principal e subimos até o cume por trilhas mais apagadas.

           Do cume do Boa Vista temos larga visão para o norte. Agora já avistando Itamonte, anteriormente escondida por uma pequena serra. Mais a oeste, vemos Itanhandu, ao Norte, Pouso Alto e mais além o que parece ser São Lourenço em meio à névoa. No quadrante sudeste, o Marins, o Itaguaré e a crista entre eles, após a garganta do Embaú, a serra Fina, encimada pela pedra da Mina.

           Após um lanche, seguimos a caminhada pela crista da serra da Colina. Caindo um pouco para a esquerda enquanto prosseguimos, reencontramos a trilha mestra e seguimos por ela. A nossa esquerda já avulta as encostas recobertas de mata da serra dos Costas que encontra em ângulo reto a serra da Colina. Quando chegamos ao selado entre as duas serras, abandonamos a trilha mestra por onde vínhamos e descendo um pouco a encosta, encontramos outra trilha que margeia a mata até que encontramos uma trilha que entra na mata. Entramos então na mata e seguimos descendo muito pouco e depois subindo lentamente pela estreita mais bem marcada trilha. Numa bifurcação em T, seguimos bordejando pela esquerda. Nova bifurcação, essa na borda da mata é ignorada, seguimos em frente e logo saímos da mata e emergimos no pasto.

       Atravessamos um circulo de pasto baixo e seguimos pela trilha que sai ligeiramente para a esquerda. Passamos um cerca e entramos em pequeno capão de mata, subindo um pouco. A trilha vira para a esquerda e vai subindo lentamente. Nesse trecho a trilha se apaga ou a perdemos, mas é só seguir para a esquerda, rumo a beira da serra, para reencontrar a trilha que agora segue paralela à borda.

         A visão se desdobra, à Marins-Itaguaré e Serra Fina que já avistávamos, agora temos o Garrafão à esquerda, o Pico do Papagaio mais ao fundo com suas três inconfundíveis corcovas. Mais a leste a bicuda Mitra do Bispo. Do lado oposto, o maciço do Itatiaia e a Pedra Preta. Caminhamos completamente cercados pelos principais picos da Mantiqueira.

         Seguindo pela borda da serra, desviamos de um trecho de mata pela esquerda. Após uma descida suave de pasto, cruzamos novo trecho de mata. Do lado direito, surge um vale que se aprofunda, é o vale do córrego da Cachoeira. Do lado oposto, outra estreita crista, a serra da Cachoeira, é a crista por onde voltaremos no dia seguinte.

           Cruzamos um terceiro trecho de mata na crista e após novo trecho de pasto, desviamos de outra mata pela direita, passando entre ela e uma decrépita cerca. Após um trecho de pasto mais alto, entremeado de arbustos, a trilha passa para a outra face da crista e finalmente avistamos, ao fundo do vale, o bairro do Campo Redondo. Pausa para um lanche e para contemplação. Passava das 13:00.

           Às 13:20 reiniciamos a caminhada. A trilha retorna a encosta oposta e segue plana. Perdemos o bairro de vista. Enfim a trilha começa a descer para valer, acompanhando uma cerca. A frente um vale coberto de mata atravessa as montanhas que cercam o povoado pelo norte. Vamos entrando na mata. Ignoramos algumas saídas à esquerda, permanecendo junto à cerca. Chegando ao fundo do vale, a trilha encontra outra. Seguimos para a direita, na direção do bairro.

           Algumas bifurcações aparecem, talvez apenas variantes, de qualquer forma, tomamos sempre a esquerda, mais aberta. A trilha sai da mata e avistamos o bairro mais perto, mas ainda bem abaixo de nós. Após um trecho em nível, bordejando a encosta, chegamos a um trecho fortemente erodido, junto a uma bifurcação, seguimos pela direita, descendo.

           A trilha se alarga, virando quase uma estradinha. Enfim desemboca numa estradinha, já em meio às casas e seguimos descendo para a direita, emergindo em uma das ruas principais do arraial. Tomamos à direita, dando uma longa volta até a igreja católica, mas se fossemos para a esquerda daríamos no mesmo lugar, as ruas centrais formam um círculo.

         Próximo à igreja há um bar, onde seguindo informações, negociamos com dona Neiva, uma hospedagem em uma casa próxima. O pernoite era R$ 25,00 e com jantar e café da manhã ficou em R$ 50,00. Chegamos ao bairro às 14:30 e, portanto o trecho todo tomou-nos 6:30 hs.

           No dia seguinte iniciamos o retorno tomando a estrada rumo a bairro da Fragária. O caminho sai diretamente da frente do bar e segue subindo, para junto às últimas casas, começar a descer suavemente. Logo avistamos a bela cachoeira da Fragária cujas águas escorrem por um paredão rochoso do lado esquerdo da estrada. Saltando a cerca e descendo pelo pasto, chega-se a íngreme trilha que desce a base da cachoeira. Chegando ao rio e saltando-o, pelo lado oposto à trilha sobe até o poço bem abaixo da queda. Esse passeio fizemos no final do dia precedente aproveitando o tempo restante no final da tarde, uns 15 minutos é tempo suficiente para descer ao poço e outro tanto de volta.

         Seguindo pela estrada, continuamos a descê-la até passar por uma ponte de madeira exatamente sobre o córrego da cachoeira que forma a queda logo abaixo. O objetivo seria agora galgar a serra da Cachoeira, cujos cumes iniciais despontam logo a nossa frente.

       Do lado direito da estrada, junto à ponte, passamos por uma porteira de arame e tomamos a trilha logo à esquerda, aos degraus, subindo a encosta de pasto logo acima. Daí foi subir direto pelo pasto, às vezes seguindo alguma furtiva trilha de vaca. Mais acima encontramos uma trilha marcada seguindo para a esquerda e a seguimos por ela até o alto da crista.

         A continuação da subida foi pela crista, acompanhando a cerca de arame para a direita. Logo chegamos a um primeiro cocuruto, após o que descemos levemente e tornamos a subir ao próximo cocuruto. Uma cerca perpendicular se interpôs no caminho e foi preciso saltá-la. Tentamos seguir na diagonal para suavizar a subida. Mais acima nova cerca teve ser saltada, até que chegamos ao topo do segundo cocuruto e retornamos a seguir rente à cerca de crista.

         Prosseguindo a subida junto à cerca, ao chegar a um cupinzeiro sob a cerca, passei a bordejar a encosta, tentando passar acima de um capão de mata que avistava mais à frente e um pouco abaixo. Nesse trecho a Myrna preferiu ir direto pela diagonal, apesar do trecho de samambaias que já se avistávamos à frente e encontrou uma trilha aberta que a levou rapidamente as cercanias da mata, portanto esse parece ser a opção mais fácil nesse trecho.

         De qualquer forma, chegando ao topo da mata, seguimos subindo direto junto a uma cerca a nossa direita. Acima, encontramos uma porteira na cerca e passamos para o lado oposto, prosseguindo a subida acompanhando a cerca, agora a nossa esquerda.

         Enfim chegamos ao topo. Uma trilha bem marcada passa a seguir pela crista a partir daí. Nossa subida da estrada até esse ponto provavelmente não seja o caminho mais fácil, mas não tentamos procurar o que seria o caminho usual e mais marcado, optando por subir direto pelo pasto, já que não havia obstáculos.

         Seguimos então para a direita pela crista da serra da Cachoeira, com o fundo vale do córrego da Cachoeira nos separando da crista da serra dos Costas por onde viéramos no dia anterior. A trilha segue com poucos e suaves sobes e desces, quase sempre bem marcada, desviando dos focos de mata ou por duas vezes cruzando-os rapidamente.

           Quando nos aproximamos da cabeça de um vale à nossa esquerda, a trilha se bifurca e o ramo esquerdo parece contornar a cabeça do vale e se dirigir a uma crista menor e pouco mais baixa que acompanha há algum tempo a crista por onde viemos. Seguimos pelo ramo da direita, logo contornamos o topo de um morro à nossa direita e após um trecho meio apagado, contornamos outro morro agora à nossa esquerda.

           Temos agora um trecho de descida aos zigue-zagues, onde a trilha se apresenta bem erodida. Ao fundo, cruzamos um riacho e logo chegamos a um pasto com vestígios de acampamento, onde inclusive nesse dia, encontramos alguns cavaleiros fazendo um churrasco! Logo à frente, cruzamos novo riacho, mais largo, para onde o riacho anterior aflui. Do outro lado subimos uma encosta e chegamos a um cocho. Seguindo em frente, em suave subida, ao alto da qual, interceptamos a trilha que do bairro da Vargem Grande segue ao pico da Boa Vista.

         Se seguíssemos para a direta, chegaríamos ao Boa Vista e poderíamos descer por onde viéramos, mas a idéia era voltar por outro caminho, portanto, tomamos a esquerda. Após descermos um pouco pela mata, passarmos por um trecho enlameado e cruzarmos uma porteira, chegando a uma discreta bifurcação. A esquerda desce rumo a Fragária ou tomando a direita mais abaixo, chega-se a Vargem Grande.

         Tomamos a direita, subindo por um trecho erodido, onde se multiplicam as variantes. Ao alto todas se encontram e surge uma saída à esquerda, e para trás. Tomamos essa saída e em poucos passos chegamos a um mirante com vista do pequeno bairro da Vargem Grande, onde se destacam as casas amarelas da pousada dos Lírios. Ali paramos para um lanche. Iniciamos a caminhada às 8:00 hs e paramos no mirante às 11:50 hs.

           Às 12:05 reiniciamos a caminhada. Voltando a trilha principal, seguimos em frente. A trilha reentra na mata e vai descendo suavemente. À frente, uma discreta saída à esquerda, sinaliza a trilha mais curta para a Vargem Grande que desemboca bem no meio do bairro. Prosseguimos em frente. Quando a mata abre à nossa direita podemos observar todo o comprimento da serra da Colina, cujo extremo esquerdo é o pico da Boa Vista.

           A próxima bifurcação, bem mais marcada, a saída à esquerda, desce para a estrada entre o Brejo da Lapa e a Vargem Grande onde desemboca cerca de 300 metros abaixo da pousada dos Lobos. Tomamos a direita e continuamos a descer pela mata. Riachos são cruzados. As 14:00 hs, chegamos ao final da trilha, junto à estradinha de acesso a pousada Abrigo das Águas. Uma bica providencial reabastece nossos cantis. Paramos para mais um lanche sentados no aprazível gramado.

           Retomada a caminhada, descemos pela estreita estradinha até desembocarmos na estrada principal, já no bairro da Fazenda Velha, pouco acima do acesso ao Picu à esquerda. Seguimos para a direita e após uma fazenda com um bonito lago à direita, passamos a subir uma ladeira calçada de bloquetes. Chegando ao selado acima, a estrada passa a descer para valer. Ás 15:40 chegamos enfim ao bairro Colina e ao carro, onde tudo começou no dia anterior. Após uns refrigerantes no bar da esquina, restou-nos apenas retornarmos a São Paulo.

             Parece-me que ainda há outras opções de trajeto no entorno, mas sem seguir pelas cristas das serras. Ao norte parece haver uma trilha que partindo do Jequeri chega ao Campo Redondo, possivelmente entroncando no mesmo trecho final percorrido. Ao sul, com mais alguns quilômetros pela estrada, deve ser possível vir da Fragaria pela trilha de acesso desta a crista da serra da Colina, ou pela crista paralela ao sul da serra da Cachoeira,opções talvez menos cênicas que as trilhas de crista mas que devem ter também seus encantos.